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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Inter e São Paulo representam o futebol brasileiro, que perdeu as últimas seis finais contra times estrangeiros.

Com o início da fase de grupos da Libertadores de 2010, nesta terça-feira, o Brasil estará diante de uma sequência que depõe contra a sua tradição de crescer em momentos decisivos. Desde 2000, foram seis finais contra times estrangeiros - e seis vices. Para piorar, em todas elas o jogo de volta foi realizado aqui.

Para acabar com esse tabu, o país levará a campo o que tem de melhor.

- Os cinco representantes do Brasil são os nossos cinco melhores times da atualidade.

Não se trata apenas de qualidade. Desde que passou a ter ao menos cinco representantes, em 2004, o Brasil não contava com times tão acostumados ao torneio. Somando-se as dez edições anteriores, o grupo formado por Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Inter e São Paulo acumula 18 participações e dois títulos (veja tabela abaixo).


Ano Representantes brasileiros D. nas dez edições anteriores
2010 Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Inter e São Paulo 18 participações e 2 títulos
2009 Cruzeiro, Grêmio, Palmeiras, São Paulo e Sport 16 participações e 2 títulos
2008 Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Santos e São Paulo 13 participações e 1 título
2007 Flamengo, Grêmio, Inter, Paraná, São Paulo e Santos 12 participações e 2 títulos
2006 Corinthians, Goiás, Inter, Palmeiras, Paulista e São Paulo 10 participações e 2 títulos
2005 Atlético-PR, Palmeiras, Santo André, Santos e São Paulo 9 participações e 1 título
2004 Coritiba, Cruzeiro, Santos, São Caetano e São Paulo 8 participações e 1 título


Nas decepções mais recentes, estão as derrotas do Cruzeiro para o Estudiantes em 2009, do Fluminense para a LDU em 2008 e do Grêmio para o Boca Juniors em 2007. Desses três algozes, apenas o primeiro está presente neste ano. Outro gigante sul-americano, o River Plate também não se classificou, deixando o caminho brasileiro com menos obstáculos.


quinta-feira, 16 de julho de 2009

"Eles" Jogaram mais!

Daí a dizer que mereceram é outra coisa!


Mas uma coisa é certa: eles continuam tocando a bola melhor do que a gente!

A língua continua fazendo a diferença. Eles, o juiz e os bandeirinhas falam espanhol. Foram colonizados pelo mesmo país.

Aí, o juiz marca faltas para eles que não marca para nós.

O resto fica por conta de um jogo jogado com os pés.
A necessidade de vencer diante de sua torcida atrapalhou bastante o Cruzeiro na final da Libertadores. Na quarta-feira, contra o Estudiantes, o time que entrou em campo foi bem diferente daquele que tinha o melhor ataque, o maior número de drible e o passe mais preciso na competição.
A frase do atacante Kleber, principal destaque da equipe na competição, resume o resultado: Perdemos para nós mesmos. Os mineiros nunca criaram tão pouco no ataque, nem foram tão pouco eficientes na marcação.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Estudiantes e Cruzeiro - finalistas da Libertadores

Será uma final muito equilibrada. O Cruzeiro tem jogado bem fora de casa, e isso vai ser importante para segurar o Estudiantes no jogo em La Plata. No entanto, os argentinos têm uma defesa sólida e estão invictos na Libertadores desde que Alejandro Sabella assumiu o time. A vantagem de decidir no Mineirão deixa o Cruzeiro um passo à frente na disputa.

"O time do Cruzeiro é melhor e mais equlibrado e amadurecido. O Estudiantes não levou gol em casa na Libertadores, o que é uma marca importantíssima. Mas o Cruzeiro tem uma campanha espetacular. E está mais forte, no sentido físico, do que quando os times se enfrentaram na primeira fase. Como a final não tem gol qualificado, acho que o Estudiantes não vai se preocupar tanto em se fechar na defesa. Pode dar espaço aos cruzeirenses."

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Agora resta apenas uma vaga a ser definida no grupo 4 entre o Independiente de Madellin e Peñarol.


O São Paulo já conhece o terceiro integrante de sua chave na Copa Libertadores. O América de Cali venceu o Independiente Medellín por 3 a 1 no domingo e conquistou o título do Torneio Clausura do Campeonato Colombiano. Com isso, garantiu vaga no grupo 4 da principal competição sul-americana. O América de Cali precisava apenas de um empate para conquistar o título, pois havia vencido o primeiro jogo da decisão por 1 a 0. O Independiente Medellín abriu o placar com Diego Alvarez, mas o América garantiu a vitória e o título com gol marcados por Adrián Ramos, James Ramos e Jaime Córdoba. São Paulo, América de Cali e Defensor já garantiram presença no Grupo 4 da Libertadores. A quarta vaga será disputada entre o Independiente Medellín e o Peñarol. Deste confronto sairá o primeiro adversário do hexacampeão brasileiro no torneio.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

FLUMINENSE E SEU ELENCO

Renato disse que o Flamengo queria trocar de lugar com ele - Eu acho que não!




Terá libertadores no próximo ano, cabeça erguida flu dá pra chegar lá!





LIBERTADORES - Cevallos vira o herói da conquista equatoriana

Sob a penumbra da lua – que apesar de refletir os raios solares parecia mesmo ter luz e brilho próprios –, almejo concentração máxima. “Não haverá amanhã”, pensei. Hoje é o grande dia da gloriosa instituição. Tudo dará certo”.
Abro os olhos e percebo que o tempo parou. Não havia vento, não havia ruído, não havia nada. Repentinamente, noto uma sombra comprida à minha frente – comprida e humana. Cevallos e o silencioso Maracanã na madrugada desta quarta-feira depois de ter acordado do maior sonho do nosso Fluminense.
Madrugada de quarta-feira, 2 de julho, data do mais importante certame de todos os tempos. Fluminense perde á Libertadores.

Me orgulho pra cacete do nosso time, sempre do lado certo, sempre do lado da Justiça. Timinhos de todo o Brasil, pensem muito bem antes de tirar onda com o Mengão. Na Gávea a parada é outra e não deixamos barato. Aprendam de uma vez por todas que o Flamengo não tem medo de ninguém.


sexta-feira, 6 de junho de 2008

TORCEDORES RIVAIS PROVOCAM O BOCA!





Para jornal argentino, contra Flu, Riquelme foi 'Riquelminho'
"Olé" classifica atuação do craque como uma das piores suas na campanha do Boca na Taça Libertadores
Apesar de considerar injusta a derrota do Boca Juniors para o Fluminense, a imprensa argentina considera que um jogador ficou devendo nesta quarta-feira, no Maracanã (RJ). Um dos principais nomes da campanha do Boca na Libertadores, Juan Román Riquelme foi chamado de "Riquelminho" pelo "Olé", o maior jornal esportivo do país, naquela em que a publicação classificou como uma das piores atuações do craque na competição.
Para o "Olé", o fato de ter ficado uma semana sem treinar por problemas físicos teria prejudicado a atuação de Riquelme nesta segunda partida semifinal. Autor dos dois gols contra o Fluminense em Buenos Aires, desta vez Riquelme fez apenas um chute no primeiro tempo e procurou compensar os problemas tentando ajudar a equipe na marcação da rápida saída de bola da equipe carioca.
Coincidência ou não, Juan Riquelme foi um dos jogadores que se mostrou mais abatido depois do fim da partida. Mesmo com todo o carinho da torcida argentina no embarque no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, Riquelme procurou se manter de lado, de cabeça baixa e sem dar atenção aos diversos pedidos de autógrafos e fotos.



TORCIDA DO RIVER PLATE IRONIZA O RIVAL!



Rivais argentinos não perdem tempo e lançam várias ironias à desclassificação do Boca Juniors na internet

Vingança do River vem nas cores do Tricolor do Rio
A torcida pelo Boca Juniors não deu certo para flamenguistas, vascaínos e botafoguenses, mas, na Argentina, a galera do River Plate está rindo à toa com a classificação do Fluminense para a final da Libertadores. Tanto que os simpatizantes da equipe já espalharam algumas gozações pela internet, expostas também na capa do site do jornal "Olé". Entre elas, um trocadilho usando o próprio Tricolor carioca: "Que FLUstración". O meia Conca, cria do River, também virou trocadilho com marca de refrigerante especial para os boquenses tomarem. Com uma imagem de avião ao fundo, os rivais também descobriram que Juan Riquelme não foi ao Rio de Janeiro. E, por falar na Cidade Maravilhosa, rir é o que a torcida do River mais tem feito, e, até por isso, fez a "homenagem" abaixo lembrando o Rio:

FLUMINENSE NÃO CRÊ EM PERDA DE MANDO DE CAMPO!




Diretoria diz que torcedor agiu mal, mas não quis agredir ninguém e foi logo detido pela polícia.
A diretoria do Fluminense não acredita que o clube vá ser impedido de jogar no Maracanã na grande decisão da Libertadores, por causa da invasão de um torcedor pouco antes do apito final do árbitro, na semifinal contra o Boca Juniors. Para Marcelo Penha, assessor jurídico do clube, o fato de o torcedor não ter tido a intenção de agredir ninguém e de ter sido rapidamente imobilizado mostram que o Maracanã tem todas as condições de ser palco da decisão. - No Jecrim, ele afirmou que achou que o jogo havia acabado. E queria comemorar, não agredir alguém. Diante disso, tenho certeza que não vai haver problema algum. O Fluminense está absolutamente tranqüilo – diz Marcelo Penha.

Na súmula da partida, o árbitro paraguaio Carlos Torres não faz nenhuma referência ao incidente

quinta-feira, 29 de maio de 2008

FLUMINENSE E BOCA JUNIORS NO MARACANÃ!

TIAGO NEVES NA COMEMORAÇÃO DO GOL DE EMPATE


Riquelme e Battaglia sentem dores e são dúvidas para a partida de volta
Jogadores do Boca farão tratamento intensivo até a próxima quarta-feira


Riquelme fez dois gols no primeiro jogo, mas sentiu dores e é dúvida para partida de volta
O empate fora de casa contra o Boca Juniors encheu de confiança a torcida do Fluminense para o jogo de volta da semifinal da Libertadores, na próxima quarta-feira, no Maracanã. Porém, se os tricolores já tenham motivos para comemorar, uma notícia das rádios locais promete aumentar ainda mais a euforia do clube. O astro do Boca, Riquelme, e o volante Battaglia, um dos principais jogadores do time, sentiram dores após a primeira partida e são dúvidas para quarta-feira. Riquelme sentiu dores na coxa direita e há a suspeita que o jogador possa ter uma contratura no local. O meia passará a semana toda fazendo tratamento intensivo para poder estar em campo contra o Flu, na quarta-feira. O caso de Battaglia é um pouco pior. O jogador sentiu uma fisgada, também na coxa direita, e o departamento médico do clube suspeita de um estiramento muscular. Os dois atletas serão avaliados para saber exatamente o grau de suas lesões. O artilheiro Palermo já manifestou preocupação com a situação de seus dois companheiros. - Vamos torcer muito para que eles se recuperem. O Fluminense não é o Atlas – afirma, em entrevista a uma rádio local, fazendo referência à vitória do Boca, fora de casa, contra o time mexicano, nas quartas-de-final da Libertadores.


Arouca teve a missão mais dura entre todos os jogadores do Fluminense na partida contra o Boca Juniors em Buenos Aires: marcar o camisa 10 Riquelme, maior responsável em deixar o time argentino como defensor do título da Libertadores. Apesar dos dois gols do rival na partida, o meia tricolor teve boa atuação na partida no estádio "El Cilindro". - Todo mundo sabe da qualidade do Riquelme, é muito complicado marcá-lo. Foi um dos maiores desafios da minha carreira, já conhecia o jeito de jogar dele, mas acho que consegui ajudar o time -








Restam 12 mil ingressos para jogo decisivo entre Fluminense x Boca Juniors
Nesta quinta, as filas foram maiores na sede do clube, nas Laranjeiras
O empate em 2 a 2 com o Boca Juniors, na Argentina, quarta-feira, deixou a torcida tricolor mais do que entusiasmada para a partida de volta da semifinal da Libertadores, na próxima quarta, às 21h50m, no Maracanã. Em pouco mais de cinco horas, os tricolores já esgotaram todos os ingressos de arquibancada verde e amarela e cadeira azul para a partida. Faltam 12 mil bilhetes.

As vendas, que aconteceram entre às 11h e 17h desta quinta-feira, continuam nesta sexta-feira e restam apenas lugares na arquibancada branca e nas cadeiras azuis. Inicialmente 70 mil ingressos foram colocados à venda, mas esta carga pode aumentar.Os ingressos estão sendo vendidos na sede do clube, nas Laranjeiras, onde se concentrou o maior número de torcedores nesta quinta, além da bilheteria 8 do Maracanã. A Terra Encantada e a Gávea não estarão mais disponíveis, em virtude do início das vendas para o Fla-Flu e da não abertura do parque temático.

CONFIRA OS PREÇOS
Cadeira especial
R$ 150 (R$ 75 a meia)
Arquibancada branca
R$ 50 (R$ 25 a meia)





quarta-feira, 28 de maio de 2008

RAIO X DA LIBERTADORES, BOCA E FLUMINENSE!


Raio-X de Fluminense x Boca Juniors
Veja a comparação, jogador por jogador, entre as duas equipes



Fluminense e Boca Juniors iniciam na próxima quarta-feira, em Buenos Aires, a semifinal mais aguardada - e uma espécie de final antecipada - da Taça Libertadores. A equipe argentina, com seis títulos, tem mais tradição. Mas o Tricolor chega embalado por uma ótima campanha (a melhor da primeira fase) e a heróica vitória sobre o São Paulo.

E quem leva a melhor na comparação das duas equipes, jogador por jogador? Confira a avaliação e a análise tática de cada setor do campo nos dois times.


Goleiro:


Fernando Henrique: Tem feito grandes defesas e salvado o Flu em algumas oportunidades, mas oscila demais em uma mesma partida. É considerado pela torcida o calcanhar de Aquiles do time por ser capaz de, após pegar uma bola impossível, dar rebote no pé do atacante adversário mais próximo logo em seguida.

Migliore: Não é um garoto (tem 26 anos), mas é um goleiro de pouquíssima experiência mesmo na Primeira Divisão argentina - e menos ainda em partidas internacionais. Sempre foi reserva no Boca desde que chegou do Huracán, em 2006. Substitui o titular Caranta, que está machucado.

Quem leva vantagem: Fluminense


Lateral-direito:



Gabriel: É eficiente no apoio ao ataque, embora não esteja chegando constantemente à linha de fundo, preferindo entrar pelo meio. Tem ótima técnica e chuta bem, mas peca na marcação e, às vezes, parece disperso em campo.

Maidana: É um zagueiro improvisado, mas já se acostumou à posição. Tem muita garra, mas pouca técnica e chega pouco ao ataque. Vem cumprindo bem sua função.

Quem leva vantagem: Boca Juniors.


Zagueiro central:



Thiago Silva: O melhor jogador do Flu. Tem excelente senso de colocação e antecipação. É preciso no desarme e, apesar e não ser muito alto (1,83m), também nas bolas altas. Sabe sair jogando, o que muitas vezes liga um contra-ataque. Seu chute potente é uma arma a mais. Ficou três semanas afastado por lesão muscular, mas a falta de ritmo não foi um problema contra o São Paulo.

Cáceres: Chegou com prestígio e a bênção de Maradona, que disse que era um zagueiro ideal para o Boca, mas demorou a mostrar boas atuações. É regular e, aos 28 anos, tem experiência e passagem pela seleção paraguaia. Já atuou pelo Atlético-MG.

Quem leva vantagem: Fluminense.


Quarto zagueiro:



Luiz Alberto: Líder do Flu dentro e fora de campo, o capitão é quem faz o "trabalho sujo" na zaga. Costuma chegar mais duro do que Thiago Silva, mas é leal. Seguro tanto pelo alto como nas bolas rasteiras, costuma ter um pouco mais de dificuldade quando pega pela frente atacantes rápidos.

Palleta: O jovem de 22 anos, contratado ao Liverpool, é tratado como craque no clube. Recuperou-se há pouco de uma lesão. É bom no combate direto e no jogo aéreo, até pela sua altura (1,90m), mas é um pouco lento. Encontra dificuldades quando fica sozinho com um atacante rápido e habilidoso.

Quem leva vantagem: Fluminense.


Lateral-esquerdo:



Junior Cesar: É um dos destaques do time na Libertadores. Sua velocidade impressiona tanto nos contra-ataques como no momento de recompor a defesa. Com seriedade, conquistou a torcida, que pegava no seu pé quando subiu dos juniores. O maior defeito é a pouca precisão nos cruzamentos. Sua baixa estatura (1,66m) também por vezes torna bolas alçadas sobre a área mais perigosas.

Morel Rodríguez: O outro paraguaio do time titular também joga como zagueiro, embora seja baixo (1,75m). Tem velocidade, sabe se antecipar ao adversário, chega bastante ao ataque e cruza bem. Leva perigo nas bolas paradas, principalmente pelo lado direito.

Quem leva vantagem: Fluminense.


Análise tática da defesa:

Fluminense: A defesa menos vazada da competição - seis gols sofridos, sendo apenas um deles em casa - é o ponte forte da equipe. Quando joga fora, Renato escala Ygor na sobra, como terceiro zagueiro, enquanto Luiz Alberto e Thiago Silva matam as jogadas adversárias ainda na intermediária. O esquema favorece a subida dos laterais. Precisa tomar cuidado com os rebotes, já que Fernando Henrique não costuma segurar chutes de longa distância.

Boca Juniors: O lado mais sólido está na direita, o que pode servir de contraponto ao setor ofensivo do Flu. O lateral Ibarra, que atua nessa faixa do campo e se recuperou de lesão no joelho, pode ser uma arma a mais, caso não seja atrapalhado pela falta de ritmo. Cáceres e Palleta ainda não jogaram o que podem e andaram falhando na Libertadores. É sem dúvida o ponto fraco do time, mas às vezes isso não fica tanto em evidência graças à força ofensiva.


Primeiro volante:



Ygor: É o ponto fraco do sistema defensivo, embora conte com a eterna confiança de Renato Gaúcho. Joga com disposição e seriedade e precisa se desdobrar para segurar um meio-campo que, dependendo da escalação, é pouco marcador. Porém, o que sobra de vontade, lhe falta em técnica. Todas as vezes em que começou a ganhar um pouco de crédito com a torcida, logo falhou.

Battaglia: É o leão do meio-campo e peça-chave na equipe. Tem porte físico e personalidade - costuma crescer nos clássicos contra o River Plate, por exemplo -, além de ser acostumado à Taça Libertadores: conquistou o título quatro vezes, todas pelo Boca. Leva perigo nas bolas aéreas por ser bom cabeceador.

Quem leva vantagem: Boca Juniors.


Segundo volante:




Arouca: Antigo xodó da torcida, caiu muito de rendimento e já não é titular absoluto, embora tenha reconquistado a posição contra o São Paulo. Sua entrada é opção para melhorar a marcação e o passe para levar o Flu à frente. Quando ele joga, Gabriel tem mais liberdade apoiar o ataque.

Vargas: O ex-volante do Internacional pouco chega ao ataque ou ajuda o lateral Maidana na frente. Serve mais como um suporte a Battaglia nas roubadas de bola, mas tem bom passe.

Quem leva vantagem: empate.


Meia:



Cícero: É o verdadeiro curinga do time. Sua posição de origem é de segundo ou terceiro homem de meio-campo, mas até de centroavante já jogou. Tem bom passe, chuta forte e, principalmente, conta com uma cabeçada mortal. Porém, assim como Gabriel, às vezes parece meio desligado no jogo e perde bolas fáceis, propiciando perigosos contra-ataques.

Dátolo: O ex-meia do Banfield demorou para conquistar a torcida desde sua chegada, em 2006, mas vem subindo de produção e hoje é um dos melhores jogadores do Boca na Libertadores. Corre o tempo todo e faz jogadas tanto pela linha de fundo como entrando pelo meio. Também tem boa conclusão.

Quem leva vantagem: Boca Juniors.


Meia:



Thiago Neves: É outro que não está em boa fase, tendo caído muito de produção em relação às atuações de 2007 e do início do ano. Dribla bem, tem chute preciso e é esperança da torcida nas cobranças de falta e escanteio.

Riquelme: Ainda não jogou tudo o que pode, mas já foi decisivo contra o Atlas, pelas quartas-de-final. É o centralizador das jogadas de ataque e muito perigoso em bolas paradas. Tem uma visão de jogo fora do comum.

Quem leva vantagem: Boca Juniors.


Análise tática do meio-campo:

Fluminense: Com a dupla Arouca e Cícero na cabeça-de-área, a saída para o contra-ataque ganha qualidade, mas o time perde na recuperação da posse de bola. As jogadas de maior perigo saem dos pés de Conca, seja nas tabelas com Junior Cesar, seja em seus toques precisos para o ataque. Thiago Neves também tem liberdade para se movimentar. Carrega mais a bola do que o companheiro e cria jogadas na frente, mas Renato Gaúcho cobra muito que os dois façam o primeiro combate na saída de bola.

Boca Juniors: É um setor bem equilibrado, com a pegada de Battaglia e Vargas e a criatividade e ousadia de Riquelme e Dátolo. Pode tornar-se mais ofensivo com a entrada de Chávez no lugar de Vargas, a exemplo do que aconteceu contra o Atlas no México. No entanto, o espaço deixado pelas subidas de Dátolo pela esquerda pode ser explorado, já que Morel Rodríguez não é tão bom no combate direto. E anular Riquelme é meio caminho andado para destruir a criação do time.


Meia ofensivo/atacante:



Conca: Ao contrário de Thiago Neves, cresceu muito na reta decisiva da Libertadores, principalmente nos jogos contra o São Paulo. Tornou-se o motor do time, mostrando preparo físico e vontade invejáveis. Tem excelente visão de jogo, distribui muito bem as jogadas e chuta com veneno, apesar da pouca força.

Palacio: Não está em sua melhor forma, mas se movimenta muito, pelos dois lados do campo, e é inteligente. Cria jogadas e aparece para finalizá-las, ainda que lhe falte qualidade na hora da conclusão. Outra virtude sua é a incansável ajuda na marcação.

Quem leva vantagem: empate.


Centroavante:


Washington: Clássico atacante-pivô. É pouco habilidoso, mas tem bom domínio de bola para matar bolas "quadradas" e sabe o que fazer dentro da área. É bom no chute com as duas pernas e, principalmente, no cabeceio, como o que garantiu a classificação do Flu para a semifinal da Libertadores.

Palermo: Ainda é lembrado por muitos brasileiros, injustamente, pelos três pênaltis perdidos em uma só partida, em 1999. Impõe respeito como poucos por ser um excelente finalizador, tanto com o pé como com a cabeça, mesmo sem tanta técnica.

Quem leva vantagem: empate.


Análise tática do ataque:

Fluminense: Se Washington jogar sozinho na frente, o Fluminense vai insistir muito nas bolas alçadas na área pelos laterais. O atacante também faz bem o papel de pivô, de costas para o gol, ajeitando a bola para os chutes de longe de Conca, Cícero e Thiago Neves. O jogador aproveita sua estatura para aproveitar as cobranças de escanteio e falta do camisa 10 tricolor.

Boca Juniors: Palacio e Palermo se complementam e têm ótimo entrosamento. Com mais freqüência, o primeiro faz as jogadas pelas pontas e dá assistência ao segundo. Mas Palermo também sabe criar espaços para a entrada de Palacio pelo meio. Outra ótima opção é a chegada de Dátolo pela linha de fundo, na esquerda, cruzando para a cabeçada de Palermo.


Treinador:


Renato Gaúcho: Demonstra ter o grupo nas mãos e vem evoluindo como treinador. Sua vibração à beira do campo muitas vezes contagia os jogadores, embora também enerve os mais inexperientes. Peca por mostrar vaidade em algumas atitudes. Geralmente é conservador ao escalar a equipe, mas sabe ser ousado quando necessário. Seus times não apresentam um variado leque de jogadas ensaiadas, mas a força aérea é treinada à exaustão.

Carlos Ischia: Ex-assistente de Bianchi no Boca, não tem a mesma ousadia que seu mestre, que fazia a equipe atuar da mesma maneira em qualquer lugar. Prefere jogar mais de acordo com as circunstâncias e carece de firmeza nas decisões. Porém, conhece muito bem o clube e sabe lidar com as estrelas do time. Pode ser cobrado em caso de eliminação na Libertadores, já que vem poupando titulares no Clausura e se afastou do título argentino.

Quem leva vantagem: Fluminense.


quarta-feira, 21 de maio de 2008

TRICOLORES NÃO MEDEM ESFORÇOS PARA APOIAR O SEU CLUBE DO CORAÇÃO!



A partida do Fluminense contra o São Paulo, na noite desta quarta-feira, no Maracanã, pelas quartas-de-final da Taça Libertadores, é considerada por muitos como a mais importante da história do Flu. Nenhum torcedor quer perder a chance de testemunhar a possibilidade da classificação do time para uma inédita semifinal da competição mais importante do continente.

Com a aproximação do horário de início do jogo, os torcedores do Tricolor carioca já estão presentes em grande número nos arredores do estádio. Além do trânsito caótico no Rio de Janeiro, muitos têm que vencer outros obstáculos para acompanhar o time do coração. É possível ver muitas pessoas que vieram direto do trabalho, algumas de paletó e gravata, outros ainda com o uniforme da escola. Gustavo (foto), por exemplo, com medo de perder o horário da partida, saiu direto do seu trabalho em Nilópolis, de terno e tudo, e chegou de trem ao Maracanã. A expectativa é de que mais de 80 mil torcedores estejam no estádio nesta quarta-feira.

SÃO PAULINOS COMEÇAM A ENTRAR NO MARACANÃ!



Cerca de quatro mil são-paulinos são esperados para a partida contra o Flu
Carolina Elustondo e Leandro Canônico
Torcedores do São Paulo chegam animados ao Maracanã para o jogo desta quarta
Os torcedores do São Paulo, aos poucos, vão chegando ao Maracanã. Escoltados por policiais até um lugar reservado nas cadeiras inferiores, abaixo da arquibancada branca, dezenas deles mostram animação e confiança na classificação do time às semifinais da Taça Libertadores. O Tricolor Paulista enfrenta o Fluminense às 21h50m.

A previsão é que cerca de quatro mil torcedores são-paulinos estejam presentes na hora da partida, que terá transmissão ao vivo pela TV Globo e pelo SporTV

sexta-feira, 16 de maio de 2008

LEÃO: ERROS CONTRA O SANTOS JÁ VIRARAM ROTINA!



Treinador santista chegou a ter uma palestra após a partida com o trio de arbitragem no México



Emerson Leão reclama com o árbitro

O técnico Emerson Leão, do Santos, está inconformado com o erro de arbitragem que acabou anulando um gol legal de Kléber Pereira no confronto contra o América-MEX, nesta quinta-feira, no estádio Azteca, no México, pelas quartas-de-final da Taça Libertadores. O jogo terminou 2 a 0 para os mexicanos, e agora o Peixe tem de vencer por três gols, na Vila, para se classificar. Kléber Pereira recebeu a bola de Trípodi em posição legal, driblou o goleiro Ochoa e marcou. Mas o juiz Hector Baldassi invalidou o lance, atendendo à sinalização de seu auxiliar.



Ao final da partida, Leão foi conversar com o árbitro e questionar a marcação. Leão reclamou ainda a marcação de uma irregularidade do goleiro Ochoa, que, em sua opinião, não poderia ficar pegando a bola com as mãos e com os pés alternadamente.
Leão lamenta que os erros de arbitragem contra o Santos já viraram rotina na Taça Libertadores.
- Aconteceu em Oruro, em Cúcuta e agora no México. Foi conversar com o bandeira e ele admitiu que se equivocou. Pediu desculpas. Agora, toda hora não pode - lamenta o treinador, referindo-se a impedimentos questionáveis em Oruro e a um gol legal de Kléber Pereira anulado contra o Cúcuta.

CABAÑAS CARASCO DO FLAMENGO E AGORA PESADELO DO SANTOS!



Cabañas faz dois e complica a vida do Peixe na Libertadores

Equipe tem gol legítimo anulado aos 45 minutos do segundo tempo e agora terá que lutar para inverter a vantagem do América-MEX na Vila Belmiro

Carrasco do Fla, o atacante Cabañas também complicou a vida do Santos
Não era dia do Peixe. O Santos perdeu para o América-MEX por 2 a 0, nesta quinta-feira, no estádio Azteca, em mais um dia inspirado do atacante paraguaio Salvador Cabañas, autor dos gols. Agora, a equipe santista terá que lutar muito para inverter a vantagem mexicana na Vila Belmiro, na próxima semana. Os brasileiros ainda foram prejudicados com um gol anulado aos 45 minutos do segundo tempo. Agora, o Peixe terá que vencer por três gols de diferença para se classificar diretamente para a semifinal da Taça Libertadores. Caso o time do técnico Emerson Leão vença por 2 a 0, a classificação será decidida nos pênaltis. Se o América perder por dois gols de diferença mas fizer gol, avança na competição. O grande destaque da partida foi Cabañas, que já havia sido o carrasco do Flamengo no Maracanã. O jogador mostrou muita categoria e deixou sua marca por duas vezes em grande estilo.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

MAESTRO DO SÃO PAULO FAZ O GOL DA VITÓRIA


Adriano passou por muitos problemas pessoais nos últimos dois anos. O comportamento inadequado fora de campo atrapalhou o desempenho do atacante dentro das quatro linhas. Ele foi emprestado ao São Paulo, no início do ano, como uma útlima tentativa do Inter de Milão de tentar recuperar o jogador. Deu certo. Hoje o atleta voltou a ser o Imperador, é o artilheiro do time paulista na temporada, com 16 gols, e o principal nome do elenco na campanha da Libertadores. A volta por cima de Adriano foi tão emblemática que virou tema de uma comercial de uma empresa de material esportivo.

COODERNADOR DO FLU COBRA POSIÇÃO DA CONMEBOL SOBRE O EPISÓDIO


Branco quer punição por causa de raio laser usado pela torcida são-paulina

O coordenador de futebol do Fluminense, Branco, cobra uma posição da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) em relação ao raio laser que atingiu o goleiro Fernando Henrique e o meia Thiago Neves durante o jogo contra o São Paulo, no Morumbi. Na quarta-feira, à noite, um torcedor paulista foi flagrado lançando uma luz verde no rosto dos jogadores do Fluminense. - Isso não faz parte do futebol e poderia ter gerado um problema maior nos olhos dos nossos atletas. Espero que o presidente Nicolás Leoz tenha visto este fato e possa tomar alguma providência. O Fluminense também aguarda uma posição da PM sobre quem estava fazendo isso contra nós - disse Branco ao jornal 'Extra'.

Na Europa, no jogo entre Lyon (França) e Manchester United (Inglaterra), o atacante Cristiano Ronaldo foi perseguido também por um raio laser e o clube francês acabou multado em cinco mil francos suíços.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

DUELO: IMPERADOR E CORAÇÃO VALENTE!


Adriano e Washington usam valentia para imperar

- Adriano e Washington receberam seus apelidos na mesma época. No início dos anos 2000, o são-paulino virou Imperador na Itália e o jogador do Fluminense superou um problema cardíaco para se tornar o Coração Valente. Referências de suas equipes, ambos acertaram retorno ao futebol brasileiro pouco depois do dia 10 de dezembro, acordos intermediados pelo empresário em comum Gilmar Rinaldi. Nesta quarta-feira, eles prometem ser decisivos para os seus tricolores.

“Somos dois jogadores que podem resolver o jogo. Espero que o Coração Valente consiga levar a melhor sobre o Imperador”, avisou Washington, repetindo mais uma característica de Adriano, que também gosta de ser chamado pelo apelido. Quando chegou ao Morumbi, ao contrário, o centroavante tentou fugir do jogo de marketing. Bastaram algumas polêmicas para exigir que se referissem a ele como Imperador.

Os altos e baixos também são coincidentes nas trajetórias de Washington e Adriano, que se apóiam ao trocar elogios. “Até hoje, o Washington convive com o problema de saúde. Mas conseguiu dar a volta por cima e ser um grande jogador de novo. É um exemplo para todos nós”, disse o Imperador, com exclusividade para a reportagem da GE.Net. “O Adriano passou por uma fase ruim na carreira, mas é um ótimo jogador. Dentro da área, ele é um cara que decide, tanto pelo alto quanto por baixo. Precisamos tomar cuidado”, retribuiu o Coração Valente.

Washington, aliás, espera ser decisivo não apenas dentro da área do adversário. Com praticamente a mesma estatura de Adriano, 1m89 contra 1m90 do Imperador, ele poderá ser escolhido pelo técnico Renato Gaúcho para parar o são-paulino nas cobranças de falta e escanteio. “Não sei se sou eu quem irá marcá-lo nas bolas paradas, mas farei o máximo para ajudar a defesa do Fluminense. O jogo aéreo é um ponto forte do São Paulo e do Adriano”, reforçou.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

IMPERADOR E DAGOL CLASSIFICAM "TRICOLOR"


Dupla marca dois e garante a classificação do São Paulo sobre o Nacional no Morumbi
Adriano comemora o gol marcado contra o Nacional
O São Paulo conseguiu a classificação às quartas-de-final da Libertadores na noite desta quarta-feira, no Morumbi, ao vencer o Nacional (URU) por 2 a 0. Adriano marcou um no primeiro tempo e Dagoberto fez um golaço no segundo, em uma partida dura para o anfitrião.
Com o resultado, o time paulista consegui a vaga e agora enfrenta o Fluminense nas quartas. O primeiro jogo é na próxima semana, no Morumbi. A partida de volta será no Maracanã, pois o Tricolor carioca teve melhor campanha na primeira fase.

Imperador resolve

Sem Jorge Wagner, o São Paulo sofreu durante o primeiro tempo com a falta de criatividade no meio-campo. O Tricolor começou o jogo disposto a sair com a vitória, e procurou o gol desde o início, já que o empate sem gols levaria a partida para a disputa de pênaltis. O problema é que o time estava sentindo dificuldade na armação de jogadas. Ainda assim, na marca dos 17 minutos, a torcida soltou um grito de gol. Éder Luís bateu cruzado da grande área e Miranda deu um carrinho para empurrar a bola para a rede. Mas o juiz viu impedimento no lance e anulou a jogada. O primeiro lance realmente perigoso aconteceu somente aos 33 minutos, com uma cabeçada de Adriano. O goleiro Vieira foi obrigado a se esticar todinho para garantir a defesa. Aos 37, o Imperador acertou a pontaria. Éder Luís lançou a bola na área e Adriano, oportunista, aproveitou a falha na zaga rival e, da pequena área, chutou de perna esquerda para abrir o placar no Morumbi. Aos 40, Rogério Ceni quase ampliou a vantagem após cobrança de falta.

FLA DÁ VEXAME HISTÓRICO NA DESPEDIDA DE JOEL E ESTÁ FORA DA LIBERTADORES!



Fla dá vexame histórico na despedida de Joel e está fora
Time tem atuação abaixo da crítica e perde por 3 a 0 para o América-MEX.


Caio Júnior assume em meio à crise

O roteiro era de festa, com comemoração de título, Maracanã cheio e despedida emocionada de Joel Santana. Mas o oba-oba transformou-se em um dos maiores vexames da história do Flamengo. Apático, o time rubro-negro perdeu por 3 a 0 para o América-MEX e está eliminado da Taça Libertadores, a competição prioritária da equipe para o ano.

No México, o Fla venceu por 4 a 2 e entrou em campo relaxado, podendo perder até por 2 a 0. Tomou o castigo, com dois gols de Cabañas, o carrasco paraguaio, e um de Esqueda. O próximo adversário dos surpreendentes mexicanos sai do confronto entre Cúcuta e Santos, que ocorre nesta quinta-feira, na Colômbia. No jogo de ida, os paulistas venceram por 2 a 0.

O novo treinador rubro-negro, Caio Júnior, assistiu ao jogo de uma cabine de imprensa e não deu sorte. No fim, o silêncio constrangedor dos mais de 50 mil rubro-negros presentes no Maracanã contrastava com a festa de três dias antes, após o título do Campeonato Estadual. E da celebração antes da partida, com as homenagens a Joel Santana.

Mexicanos surpreendem no primeiro tempo


Toró, Renato Augusto e Leonardo deixam o campo cabisbaixos
No início, o jogo parecia treino de ataque contra defesa. Mesmo com a larga vantagem, o Flamengo iniciou a partida imprensando os mexicanos no campo defensivo. Kleberson fez boas tabelas com Juan pela esquerda, e Souza perdeu um gol dentro da pequena área.

A torcida, que recepcionou o time aos gritos de bicampeão, animou-se com o início empolgante. Mas Cabañas, aos 20 minutos, chutou de fora da área, a bola descaiu de forma estranha e enganou Bruno: 1 a 0 América.

O golpe não afetou o Fla, e Juan e Souza assustaram, mas a ansiedade para empatar atrapalhou. Aliás, as constantes chances perdidas por Souza acabaram com a paciência da torcida. Aos 32 minutos, os torcedores começaram a pedir por Obina.

Sentindo falta de Fábio Luciano, vetado pouco antes do jogo, a defesa cometeu erros bobos de saída de bola. Aos 35 minutos, Juan cruzou, Souza cabeceou certo, e Ochoa fez defesa milagrosa.

Mas o apagão da defesa rubro-negra teve trágico capítulo aos 38 minutos. Leo Moura marcou errado, e Esqueda, após boa jogada mexicana, encobriu Bruno para fazer o segundo.